O desempenho das ações da LVMH na última quarta-feira foi impulsionado pelo anúncio de que o crescimento das vendas do grupo desacelerou no início do ano. Apesar disso, os resultados superaram as expectativas dos investidores, o que resultou em uma alta de 2,84% nos papéis da empresa. Enquanto outras gigantes do setor, como a Kering, enfrentam desafios em meio a uma ligeira desaceleração no mercado de luxo, a consistência da LVMH tem se destacado.
A queda nas vendas da Gucci, marca principal da concorrente Kering, reflete a mudança no comportamento dos consumidores chineses, que agora respondem por 23% dos gastos globais com produtos de luxo, em comparação com 33% antes da pandemia. No entanto, a demanda chinesa por artigos de luxo cresceu significativamente nos primeiros meses deste ano, especialmente por moda e artigos de couro.
Enquanto a unidade de moda e couro da LVMH registrou um aumento de 2% na receita orgânica, a divisão de vinhos e destilados enfrentou dificuldades devido à fraca demanda. Por outro lado, o varejo seletivo, destacando-se a varejista de beleza Sephora, apresentou resultados positivos. Com previsões de crescimento de dois dígitos no mercado de luxo até 2025, a LVMH continua a demonstrar sua força e resiliência no cenário econômico global.





