Fortes chuvas inundaram o gramado, tornando-o impraticável e forçando a arbitragem a paralisar a partida. Os atletas, comissão técnica e torcedores retornaram aos vestiários, onde a espera se prolongou por mais de uma hora. Durante esse período crítico, os árbitros realizaram várias avaliações nas condições do campo, com a missão desafiadora de determinar se seria possível reiniciar a partida.
Finalmente, após um exame minucioso que se estendeu por tempo considerável, a arbitragem tomou a decisão de retomar o confronto. O jogo foi recomeçado, apesar da insatisfação manifestada por ambos os clubes, que demonstraram resistência em retornar ao campo em meio a um cenário ainda adverso.
Após um breve aquecimento de 10 minutos, o segundo Tempo teve início, com os jogadores se reestruturando para enfrentar um mar de desafios tanto físicos quanto psicológicos. O Vasco, animado pela vantagem do primeiro tempo, tentou manter o ímpeto, enquanto o Internacional, pressionado a reverter a situação, buscava alternativas para equilibrar a disputa.
Assim, o encontro não apenas refluiu pela força das chuvas, mas também pela resiliência dos atletas e a paixão dos torcedores que, mesmo em condições adversas, testemunharam mais um capítulo da história do futebol brasileiro. O espetáculo se desdobrou, e as emoções foram amplificadas, com a torcida dando apoio constante aos seus times, fazendo com que a experiência no São Januário se tornasse memorável, não apenas pelos gols, mas também pelas surpresas que a natureza apresentou.









