O anúncio do acordo foi feito em um evento oficial na última sexta-feira (24), em Istambul, com a presença ilustre do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, do presidente da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e de Mohammed ben Sulayem, presidente da Federação Internacional do Automobilismo (FIA). Tal evento foi visto como um marco para o retorno da Turquia a uma competição que sempre encantou pilotos e fãs, e já havia sido parte do calendário F1 em diversas ocasiões no passado.
O circuito de Istanbul Park, situado na parte asiática da cidade, com sua história rica e diversas memórias, não via ação da Fórmula 1 desde sua última corrida em 2021. Naquela ocasião, a pista havia sido utilizada como uma etapa substituta durante os conturbados tempos da pandemia de Covid-19. Entretanto, a história da pista remonta a GPs realizados entre 2005 e 2011 e, claro, à icônica temporada de 2020, quando Lewis Hamilton conquistou seu sétimo título mundial ali, igualando o recorde do lendário Michael Schumacher.
Em um comunicado que acompanhou o anúncio, o presidente Erdogan expressou sua satisfação com a volta da Turquia ao calendário da Fórmula 1, ressaltando a robustez da capacidade organizacional do país, a modernidade das infraestruturas esportivas e de saúde, e, principalmente, a calorosa hospitalidade do povo turco. “Considero essa volta um claro reflexo da confiança que foi depositada em nosso país. Honraremos essa confiança proporcionando uma organização impecável em todos os aspectos”, disse Erdogan, estendendo seus agradecimentos a todos que contribuíram para tornar essa parceria possível. Ele ainda enfatizou suas esperanças de que a relação entre a Turquia e a Fórmula 1 se fortaleça ao longo dos anos.







