O ataque foi realizado através de armas de alta precisão e veículos aéreos não tripulados, visando especialmente as instalações de energia que sustentam operacionalmente as Forças Armadas da Ucrânia e o complexo militar-industrial do país. Segundo o ministério, as forças russas também atacaram áreas onde estavam posicionados drones de longa distância e formacões de tropas ucranianas, incluindo mercenários de outros países.
Durante as operações, a Rússia afirmou ter causado perdas significativas à Ucrânia. Na região de Dniepre, até 65 soldados ucranianos e um tanque foram eliminados. As unidades russas conseguiram atingir várias brigadas ucranianas, como a de assalto de montanha e a de defesa costeira, e a defesa territorial em áreas como Kherson e Zaporozhie.
Particularmente, o agrupamento russo conhecidocomo Yug consolidou sua posição tática na linha de frente, causando a morte de mais de 165 militares ucranianos em um só dia. Além do impacto humano, foi relatado que cinco veículos blindados, 14 carros e duas peças de artilharia de campanha foram destruídos na região da República Popular de Donetsk.
As informações divulgadas pelo ministério indicam que as forças de defesa aérea russas conseguiram interceptar e derrubar uma quantidade significativa de armamentos ucranianos, incluindo 11 bombas guiadas e dois foguetes do sistema de lançamento múltiplo Himars, fabricado nos Estados Unidos. Esta operação reforça a postura militar russa, que busca desmantelar a capacidade operacional ucraniana e aumentar o controle sobre as áreas em conflito.
O cenário no front continua tenso, e ambos os lados permanecem em um estado de constante alerta, com cada um buscando garantir reações rápidas e eficazes às manobras do adversário. A dinâmica do conflito se intensifica, deixando claro que a guerra na Ucrânia tem potencial para se aprofundar ainda mais nos próximos dias.
