Roscoe, ao se filiar, manifestou sua disposição em contribuir, ressaltando sua abertura para assumir a missão que o partido decidir. A declaração reflete sua vontade de participar ativamente do processo eleitoral que se aproxima, em um cenário político que se mostra cada vez mais dinâmico e competitivo. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, destacou o crescimento da sigla em Minas, elogiando a chegada de Roscoe e mencionando Domingos Sávio como candidato ao Senado.
O evento contou com a presença de diversas lideranças do partido, que, em seus discursos, enfatizaram as qualificações técnicas do novo filiado e a potencial ampliação da bancada do PL no estado. Os dirigentes expressaram otimismo em relação ao impacto que a figura de Roscoe pode ter, apresentando-o como um político promissor, capaz de elaborar políticas públicas eficazes.
Entretanto, nos bastidores da política mineira, Roscoe é considerado um trunfo para manter a influência do partido no estado. Há uma preocupação interna de que, se não houver um nome próprio, o PL pode se tornar dependente de alianças externas, especialmente em um contexto que é visto como vital para o sucesso da campanha presidencial do partido. Com sua trajetória empresarial, Roscoe é visto como um outsider que pode ampliar a conexão da direita com o setor produtivo e com eleitores menos engajados com a política convencional.
Embora a possibilidade de uma aliança com Cleitinho Azevedo tenha gerado divisões entre os membros do PL, devido à força do senador nas pesquisas, muitos ainda defendem a ideia de uma candidatura própria. A definição sobre o futuro papel de Roscoe deve ocorrer nas próximas semanas, à medida que as negociações evoluem e o partido calcula a melhor estratégia eleitoral para os desafios que se aproximam. Cleitinho, ao ser consultado, declarou-se aberto a conversas, embora tenha destacado que ainda não houve contatos formais.





