Durante seu discurso, Flávio Bolsonaro destacou a importância do apoio não apenas à sua candidatura, mas também às demais iniciativas do partido nas eleições deste ano. Entre os nomes que ele pediu apoio estavam o governador Jorginho Mello, que busca a reeleição, e candidatos como Adriano Silva (do Novo) para vice-governador, além de Carol de Toni, Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, todos representando o PL em diferentes esferas legislativas.
A intervenção do senador não se limitou apenas a pedidos de apoio; ele aproveitou a oportunidade para lançar críticas contundentes ao que chamou de “facções narcoterroristas”, insinuando que esse tipo de organização compromete a soberania do Brasil. Flávio Bolsonaro argumentou que a juventude e as famílias estão sendo vítimas dessas forças, ressaltando a necessidade de garantir segurança e dignidade no dia a dia dos cidadãos. Durante seu discurso, ele questionou quem realmente defende a soberania do povo, fazendo uma analogia a indivíduos que não conseguem manter suas próprias famílias seguras.
Além disso, a figura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi alvo de verborragia crítica por parte do senador, que o classificou como um “projeto de ditador” e expressou sua determinação em vencê-lo nas eleições de outubro.
É importante destacar que, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), antes de 16 de agosto, a legislação permite apenas atos de pré-campanha, como reuniões e a apresentação de propostas, proibindo pedidos explícitos de voto. A transgressão desse regulamento pode resultar em sanções, incluindo multas aplicadas pela Justiça Eleitoral, uma preocupação que paira sobre a condução das campanhas de pré-candidatos.
