A equipe jurídica de Flávio argumenta que a Polícia Federal não forneceu informações suficientes e com a antecedência necessária para o agendamento adequado da oitiva, o que gerou a solicitação de prorrogação do prazo. Desta forma, o pedido de extensão será avaliado pelo ministro Moraes, que terá a prerrogativa de decidir sobre a questão.
Na solicitação que foi feita à Justiça, os advogados do senador enfatizaram que não existe qualquer intenção de desassossego ou falta de compromisso com a investigação por parte de Flávio. Eles justificaram a impossibilidade de prestar depoimento dentro do prazo inicialmente estipulado, destacando a existência de uma “incompatibilidade de agendas”. Essa situação se deve ao curto intervalo de tempo disponibilizado e à participação do senador em atividades de pré-campanha para a presidência, que demandam viagens e compromissos já programados com antecedência.
Além de defenderem que a prorrogação do prazo não traria prejuízos à investigação, os advogados ainda criticaram a rapidez com que o inquérito tem avançado, insinuando que o ritmo poderia ser desacelerado sem que isso comprometa a busca pela verdade dos fatos apurados. Com essa solicitação, espera-se que o ministro Moraes tome uma decisão que possa acomodar as necessidades da defesa do senador e, ao mesmo tempo, mantenha a integridade do processo investigativo em andamento. A situação continua em destaque, refletindo a complexidade dos procedimentos jurídicos em casos que envolvem figuras públicas e questões políticas sensíveis no Brasil.





