Além desse momento simbólico, Flávio também se dirigiu ao Muro das Lamentações, um dos principais sítios religiosos do mundo, onde se envolveu em oração. Durante essa visita, o senador expressou suas preocupações ao citar Jesus Cristo, invocando a destruição de “toda investida demoníaca contra ele”. Essa conexão emocional com os locais sagrados parece ser parte de uma estratégia para fortalecer sua imagem pública e religiosidade em um contexto eleitoral.
A agenda do senador no Oriente Médio é extensa e inclui um discurso previsto na Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, em Jerusalém, onde estará ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Além de sua passagem por Israel, Flávio Bolsonaro planeja se encontrar com autoridades no Catar, expandindo sua rede de contatos na região. Esses encontros podem ser cruciais para formar alianças que transcendam fronteiras e reforcem a posição do Brasil em questões internacionais.
Relembrando sua trajetória familiar, Flávio destacou em suas declarações a importância de seguir os passos de seu pai, acreditando que essa jornada pode inspirar suas filhas a trilhar um caminho semelhante. Ele enfatizou que a libertação do Brasil está intrinsicamente ligada à fé em Deus, desejando bênçãos para os que lutam por essa causa.
Acompanhado de figuras como o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o blogueiro Paulo Figueiredo, em uma autoexílio nos Estados Unidos, Flávio se posiciona não apenas como um candidato, mas também como um símbolo de continuidade da agenda política da família. Sua viagem a Israel representa, portanto, uma fusão entre a espiritualidade, a continuidade familiar e as aspirações políticas em um cenário cada vez mais tumultuado.
