Flávio Bolsonaro critica ministro Moraes e denuncia risco à saúde do pai após acidente na PF: “Situação inaceitável e demanda avaliação médica imediata”

Na última quarta-feira, o senador Flávio Bolsonaro, filiado ao PL do Rio de Janeiro, utilizou sua conta na rede social X para criticar agudamente o ministro Alexandre de Moraes. Em seu pronunciamento, o senador levantou sérias preocupações sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, que teria enfrentado um risco significativo após um acidente ocorrido nas dependências da Polícia Federal.

Flávio revelou que Jair Bolsonaro sofreu uma queda, batendo a cabeça, em um incidente que teria ocorrido durante a madrugada em uma sala da PF. Apesar da gravidade do evento, o ex-presidente somente recebeu atendimento médico cerca de 24 horas após o acidente, uma situação que Flávio considerou “inaceitável”. Ele ainda fez um apelo para que protocolos médicos estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina, que recomendam avaliação imediata em casos semelhantes, sejam rigorosamente seguidos.

O senador questionou a decisão das autoridades em deixar Bolsonaro sozinho durante a noite, ressaltando que essa escolha poderia ter implicações graves para a saúde do ex-presidente, como um potencial acidente vascular cerebral (AVC). As declarações de Flávio não pararam por aí; ele também mencionou que a defesa de Jair Bolsonaro está em processo de solicitar a concessão de uma prisão domiciliar por motivos humanitários, evidenciando uma preocupação com o bem-estar do ex-mandatário.

Ao direcionar suas críticas para o ministro Alexandre de Moraes, Flávio Bolsonaro acusou-o de agir sem o necessário bom senso na direção do caso envolvendo o ex-presidente. O parlamentar cobrou uma postura mais assertiva do presidente do Supremo Tribunal Federal, sugerindo que é imperativo encontrar um equilíbrio entre as decisões judiciais e o respeito às normas da medicina e à preservação da vida humana.

Na conclusão de suas postagens, o senador expressou solidariedade ao Conselho Federal de Medicina, enfatizando que a ciência e os cuidados com a saúde devem sempre prevalecer sobre a lógica jurídica, especialmente em situações críticas que envolvem riscos à vida. A situação levanta questões sobre a intersecção entre legalidade e saúde, um tema que continua a ser de suma importância no cenário político atual.

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