Outras fintechs também apresentaram bons resultados durante o pregão. A Stone (STNE) viu suas ações subirem 2,21%, alcançando o valor de US$ 11,08. Por sua vez, a XP Inc. (XP) acompanhou a tendência de alta, com um crescimento de 2,16%, fechando a US$ 18,90. A XP, sendo uma corretora de investimentos, também está na expectativa de divulgar seus resultados para o trimestre ainda nesta terça-feira, o que pode gerar uma movimentação adicional em seus papéis.
Além delas, o PicPay (PICS) registrou uma alta de 1,97%, terminando o dia cotado a US$ 11,88. O PagBank (PAGS) teve uma leve recuperação, encerrando o pregão em alta de 1,54%, com suas ações cotadas a US$ 9,90, após ter recuado 1,22% no dia anterior. A Nu Holdings (NU), controladora do Nubank, também subiu, embora de forma mais modesta, com um incremento de 0,64%, alcançando US$ 14,25.
No entanto, nem todos os integrantes do setor tiveram um dia positivo. O Agibank (AGBK) foi a única fintech a fechar no vermelho, com uma queda de 3,52%, resultando em uma cotação de US$ 6,57. Após o encerramento do pregão, o banco digital divulgou seus resultados financeiros do primeiro trimestre. Embora tenha registrado um lucro líquido recorrente de R$ 186,5 milhões—uma alta de 15,3% em relação ao quarto trimestre de 2025—, houve uma queda significativa de 47,7% na comparação anual. O banco também reportou um aumento de 23,6% na receita anual, além de uma expansão de 30,3% na sua carteira de crédito, que agora soma R$ 35,5 bilhões.
Entretanto, o clima otimista não se restritou apenas às fintechs brasileiras. As bolsas nos Estados Unidos também fecharam em alta, com o Dow Jones subindo 0,73%, o S&P 500 avançando 0,81% e o Nasdaq alcançando um crescimento de 1,03%. Esse ambiente positivo foi impulsionado por uma combinação de alívio nos preços do petróleo e resultados trimestrais robustos de várias empresas. No cenário geopolítico, os Estados Unidos reiteraram que o cessar-fogo com o Irã permanece, apesar das tensões recentes em relação a acusações de ataques a instalações petrolíferas. O Irã nega as alegações e ameaça retaliação, o que pode criar instabilidades adicionais na região.
