As consequências dessa retórica impactaram diretamente as ações das fintechs. A XP Inc., corretora de investimentos que se destacou no dia anterior com uma valorização de 7,39% na Nasdaq, sentiu o impacto negativo e viu seus papéis recuarem 1,73%, fechando a $18,71. Outro caso significativo foi o do Agibank, banco digital gaúcho que também experimentou desgaste, registrando uma queda de 1,38%, fechando a $7,17. Ambos foram os únicos a terminar o pregão em campo negativo.
Por outro lado, outras fintechs apresentaram um desempenho mais contido, embora ainda assim positivas. O Inter, por exemplo, apresentou uma elevação modesta de 0,50%, fechando a $8,00, inferior ao avanço de 4,05% observado no pregão anterior. A Nu Holdings, responsável pelo Nubank, também teve um crescimento de apenas 0,49%, encerrando o dia cotada a $14,44, contrastando com os 6,37% registrados anteriormente. A StoneCo, por sua vez, subiu 1,70%, finalizando a $14,36.
O destaque positivo na sessão veio das fintechs PicPay e PagBank, que se destacaram por sua performance robusta. O PicPay, listado na Nasdaq, liderou o dia com uma alta expressiva de 6,60%, terminando a $11,14. O PagBank, por sua vez, não ficou atrás e cresceu 5,09%, encerrando a $10,53. Ambas as empresas se afastaram da tendência de queda que dominou o setor.
Os desdobramentos das declarações de Trump injetaram um ar de incerteza nos mercados financeiros globais. As bolsas de Nova York, por sua vez, apresentaram resultados mistos, com o índice Dow Jones caindo 0,13%, enquanto o S&P 500 teve um ligeiro avanço de 0,11%. A Nasdaq, por sua vez, subiu 0,18%, e a Nyse registrou um incremento leve de 0,06%. O panorama é, sem dúvida, um reflexo da volatilidade que permeia o cenário econômico atual, dejando os investidores em alerta constante.
