A chuva intensa que atingiu a capital paulista fez com que diversos pontos da cidade ficassem em estado de atenção para alagamentos. O jogo da final feminina terminou com a vitória da equipe do Rio de Janeiro sobre Minas Gerais por 2 a 1, em meio a condições desfavoráveis provocadas pelas condições climáticas.
A concessionária Allegra, responsável pelo Pacaembu, emitiu uma nota informando que o cancelamento da final masculina entre São Paulo e Espírito Santo foi uma decisão tomada em conjunto pelos envolvidos na organização do evento, que conta com a parceria da CUFA e do Ministério do Esporte. Um rompimento na tubulação de águas pluviais causado pela pressão das águas contribuiu para o alagamento do estádio, que está passando por uma investigação para determinar as causas do problema.
Além do cancelamento da final e dos danos provocados pelas chuvas, vale ressaltar o processo de privatização do Pacaembu, que teve início em 2018 e culminou na concessão do estádio à empresa Allegra em 2019. A venda dos naming rights para o Mercado Livre, as obras de reforma em andamento e a previsão de reabertura para 2025 são alguns dos aspectos marcantes desse processo de modernização e revitalização do tradicional estádio paulistano.
Desta forma, a final da Taça das Favelas, evento social e esportivo de grande relevância para a comunidade, acaba sendo mais uma vítima das intempéries e dos desafios enfrentados durante esse período de transição do Pacaembu. O adiamento da partida demonstra a importância de garantir a segurança e a infraestrutura adequada para a realização de eventos esportivos, mesmo diante de imprevistos provocados pela natureza.
