A suspeita de febre amarela levantou preocupações sobre a saúde do animal, levando os policiais a coletarem amostras para análise. A mãe do filhote já estava sem vida quando o filhote foi encontrado, aumentando ainda mais a apreensão em relação à possível contaminação pelo vírus.
Após os primeiros procedimentos de resgate, o filhote foi encaminhado para um canil municipal, onde recebeu os cuidados médicos necessários. Posteriormente, com o auxílio da vigilância sanitária, o macaquinho foi transferido para a cidade de Botucatu.
Em Botucatu, o filhote ficará sob os cuidados de veterinários no Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Selvagens (CEMPAS). Realizando um acompanhamento rigoroso, os profissionais da saúde investigarão se o vírus da febre amarela está presente no animal. Caso o resultado seja negativo, o macaco será liberado novamente em seu habitat natural.
O médico veterinário Júlio, de Conchal, ressaltou a importância de compreender que os macacos são as primeiras vítimas da febre amarela e não transmitem a doença. Essa informação é crucial para evitar a propagação de fake news e proteger a saúde dos animais silvestres.
Esse resgate heróico realizado pela equipe da Polícia Ambiental de Conchal reforça a importância do trabalho desses profissionais na preservação da vida selvagem e na proteção da saúde pública. A atuação rápida e eficiente dos agentes garantiu que o filhote de macaco-prego tivesse a chance de sobreviver e ser reintegrado à natureza.
