De acordo com o investigador, a filha vendeu 100 cabeças de gado e uma casa, além de tentar mexer no dinheiro do banco, porém sem sucesso. A rápida venda dos bens levantou suspeitas na polícia e reforçou os indícios do seu envolvimento no crime.
A herança incluía 20 alqueires de terra, 110 cabeças de gado, quatro imóveis em Campinorte e uma quantia em dinheiro em conta bancária, sendo a filha a única herdeira. A prisão do casal suspeito aconteceu na cidade de Campos Verdes, no norte de Goiás.
Durante o depoimento à polícia, a investigada responsabilizou o marido pelo planejamento do crime, alegando que estava com medo de denunciá-lo. No entanto, a polícia não acredita nessa versão e o marido se manteve em silêncio durante as perguntas.
A Defensoria Pública acompanhou a audiência de custódia dos acusados, cumprindo seu dever legal, mas se absteve de comentar o caso. A expectativa é que os acusados constituam suas defesas ou que o juízo nomeie um defensor para o caso.
O assassinato do pai da suspeita ocorreu em 1º de abril, na zona rural de Campinorte, e teria sido cometido por três homens contratados pela filha e pelo genro. O executor do crime, que está foragido, denunciou o casal à polícia após não receber o pagamento prometido.
Até o momento, a defesa dos acusados não foi localizada para comentar o caso. A Polícia Civil segue investigando o caso e buscando pela captura do executor do crime. Esse caso chama atenção pela crueldade e pela ganância envolvida, demonstrando como o dinheiro pode ser capaz de levar as pessoas a cometerem atos extremos.





