Segundo a decisão judicial, Cloris ficará internada em um Hospital de Custódia Psiquiátrica pelo tempo necessário para estabilizar seu estado de saúde mental. Caso ela receba alta médica e não exista uma ordem de prisão preventiva, a acusada será libertada e encaminhada para acompanhamento psiquiátrico em sua cidade de residência.
A prisão de Cloris ocorreu em flagrante na última quarta-feira (29/1), logo após o corpo da vítima ser encontrado embrulhado em sacos plásticos, escondido em um compartimento abaixo da pia da cozinha. Surpreendentemente, de acordo com os registros, a acusada permaneceu tranquilamente no local como se nada tivesse acontecido, evidenciando possíveis problemas psicológicos.
A história chocante de filicídio envolvendo Cloris Souza Passos Costa despertou a atenção da população, que permanece atenta aos desdobramentos desse trágico incidente. Para mais detalhes sobre o caso, é possível conferir a reportagem completa no F5, veículo de comunicação parceiro do Metrópoles.







