“A FIFA não apoiará, facilitará ou tolerará qualquer processo relacionado à eleição de seu presidente que contrarie seus Estatutos e os procedimentos democráticos estabelecidos”, enfatiza a nota da entidade. Essa afirmação surge em um contexto de crescente tensão, especialmente entre a UEFA e a FIFA, uma vez que a UEFA ameaçou boicotar futuras Copas do Mundo, citando insatisfação com determinadas propostas da FIFA. Infantino, que busca reeleição em 2027, tem enfrentado um intenso escrutínio e severas críticas desde sua nomeação.
A entidade também se posicionou sobre o suposto “esforço coordenado” para minar a liderança de Infantino. Segundo a FIFA, tentativas de contestar sua presidência devem ser realizadas dentro dos limites dos procedimentos democráticos e não por meio de acusações infundadas. O comunicado destacou que informações sem base factual e alegações falsas circulam com frequência, o que a FIFA não hesitará em contestar de forma assertiva.
Gianni Infantino, que se dedica ao futebol há mais de três décadas, foi eleito democraticamente pelas associações-membro da FIFA e, segundo o comunicado, continua a desempenhar seu papel com este mandato. “Mudanças no esporte frequentemente desafiam interesses estabelecidos, mas a dissentimento quanto a tais transformações não é justificativa para enfraquecer a instituição”, afirma a nota.
A FIFA reafirma sua responsabilidade para com suas 211 associações e com o avanço do futebol de forma global. A entidade expressa ainda sua disposição para um escrutínio legítimo, mas ressalta que isso não poderá se transformar em licença para distorcer fatos ou acirrar acusações sem fundamento. O foco da FIFA permanece inabalável no fortalecimento de sua governança e no compromisso de promover um futebol inclusivo e global.
