No palco, Sophie Charlotte expressou sua gratidão ao público e à equipe de “Virgínia e Adelaide”. “Obrigada Festival de Gramado e a todos os presentes. Eu amei fazer este filme, amo todos vocês (da equipe)”, declarou a atriz emocionada.
A noite também foi marcada por uma homenagem a Jorge Furtado, que recebeu o troféu Eduardo Abelin, um reconhecimento à sua significativa contribuição ao cinema. “Agradeço muito ao Festival de Gramado pelo reconhecimento. Depois de tudo que passamos é muito bom estar aqui. O cinema é uma arte coletiva. Meus filmes são de todos os técnicos, atores e amigos que fizeram comigo”, discursou Furtado, destacando a importância do trabalho em equipe na realização cinematográfica.
“Virgínia e Adelaide” explora uma história rica e emocionante. Sophie Charlotte dá vida à Adelaide Koch, uma psicanalista alemã que escapa da perseguição nazista contra os judeus e encontra refúgio no Brasil. Lá, conhece Virgínia Bicudo, interpretada por Gabriela Correa, uma jovem pesquisadora negra e primeira paciente de Adelaide, que se tornaria a primeira psicanalista brasileira.
O Festival de Cinema de Gramado, como de costume, não poupou esforços para celebrar a sétima arte, reunindo talentos e emocionando o público com histórias impactantes e relevantes. A presença de personalidades como Sophie Charlotte e Jorge Furtado apenas reforçou a grandiosidade e a importância do evento como um dos principais palcos do cinema brasileiro e latino-americano.







