Em uma de suas interações no Instagram, Felipe Melo declarou que, embora respeite a escolha da marca, não concorda com a mudança. Em suas palavras: “Eu não ia entrar nessa polêmica aí não, mas vamos lá. Brasil ou ‘Brasa’. Complicado, hein? Eu respeito muito. Estou aqui apenas expondo o meu pensamento quanto ao ‘Brasa’”, afirmou.
Relembrando sua época como jogador, ele enfatizou a importância do tradicional grito de “Brasil”, que sempre foi um elemento motivacional significativo durante as partidas. Para ele, ouvir a multidão entoando o nome do país é uma experiência marcante e essencial para a identidade da seleção. “Estar em um estádio lotado e escutar ‘Brasil, Brasil, Brasil’ é fantástico. Isso é algo que eu aprendi a valorizar desde pequeno”, ressaltou.
Felipe Melo também fez uma observação curiosa e bem-humorada sobre a nova terminologia, comparando-a a nomes comerciais de estabelecimentos. “Eu nunca ouvi alguém gritar: ‘Vai brasa, brasa’. Isso lembra mais a nome de churrascaria”, disse, referindo-se a um restaurante famoso no Rio de Janeiro.
Apesar de suas críticas, o comentarista deixou claro que respeita as opiniões divergentes e aquelas que apoiam a mudança. “Se isso passou, é porque alguém gostou, então eu respeito os gostos de cada um. Eu não gostei”, destacou. Ele levantou, ainda, questionamentos sobre a eficácia do termo em energizar os jogadores durante as partidas, sugerindo que o apoio da torcida será sempre mais significativo ao se ouvir “Brasil”.
Por fim, Felipe Melo reafirmou seu compromisso com a identidade da seleção. “Aqui é Brasil. Não é ‘Brasa’, não é apelido de marketing. Cada um tem sua opinião, mas eu permaneço fiel ao que representa nossa nação”, concluiu, enfatizando a tradição e a história por trás da camisa da Seleção Brasileira. A polêmica sobre a nova nomenclatura continua a gerar discussões entre torcedores e especialistas do mundo do futebol.
