Na ocasião, Tarcísio foi fotografado ao lado de líderes da federação, como o presidente estadual do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força, e Ovasco Resende, que preside a federação em nível nacional e também lidera o diretório paulista. A união entre os partidos busca construir uma base sólida para a reeleição, refletindo o desejo de continuidade nas principais diretrizes administrativas.
Em um vídeo divulgado pelo grupo, Ovasco Resende enfatizou a importância do apoio da federação, reiterando que estará ao lado de Tarcísio durante todas as fases da campanha. Ele declarou: “São Paulo não pode parar, precisa avançar. Nossa base, nossos diretórios municipais, vereadores, prefeitos e vice-prefeitos estão todos contigo”. Essa mensagem indica uma mobilização intensa dos aliados em prol da candidatura, evidenciando um compromisso de união em torno do governador.
Por sua vez, Tarcísio expressou sua satisfação com a aliança, pontuando as realizações de seu governo e agradecendo o suporte recebido. O governador mencionou: “E a gente pode mais”, reforçando a ideia de que, com o apoio do PRD e do Solidariedade, ele se sente motivado para continuar implementando políticas que fortaleçam ainda mais o estado.
Entretanto, essa confirmação de apoio não foi bem recebida por todos. O ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra, que almejava uma candidatura ao governo paulista, viu suas expectativas frustradas. Em suas declarações, Serra indicou que sua participação no pleito dependia da formação de uma aliança sólida, destacando que o Solidariedade era um dos partidos que dialogava com o projeto do PSDB.
Com o cenário eleitoral já se mostrando competitivo, a escolha do PRD-Solidariedade de apoiar Tarcísio de Freitas certamente influenciará a dinâmica da disputa, enquanto outras figuras políticas se articulam na busca por alianças que possam oferecer uma alternativa viável. O desenrolar desses movimentos político-partidários nos próximos meses será crucial para definir o futuro da liderança do estado.





