Fazer hora na areia: Vendedora enfrenta 24 horas em Copacabana para ver show e queima de fogos no maior réveillon do mundo

No coração de Copacabana, a preparação para o maior réveillon do mundo começa cedo e com um pouco de sacrifício. Já são 24 horas na praia para Tatiana Rodrigues, uma vendedora de 40 anos vinda de Sumaré, São Paulo. Ela chegou à icônica orla carioca às 6h de quarta-feira e só deverá retornar à sua cidade às 6h desta quinta-feira. O objetivo? Assistir aos deslumbrantes 12 minutos de fogos de artifício e atrações musicais como Gilberto Gil e João Gomes no palco.

Enfrentando o calor intenso e a possibilidade de uma longa noite ao relento, Tatiana revela que a energia necessária para essa jornada vem de um espírito festivo inabalável. “Não sei de onde vem tanta energia. Mas eu tenho, senão não sairia de casa”, afirma. Para suportar o dia cansativo na areia, ela se abasteceu com refeições rápidas e energéticos, embora tenha confessado que não pôde aproveitar as águas do mar devido à “ressaca” que tomou conta do ambiente.

Por volta das 17h, acompanhada de seu filho de 17 anos, Tatiana decidiu que era hora de se arrumar para a tão esperada virada do ano. Em frente ao Copacabana Palace, ela encontrou uma ducha improvisada na areia e transformou sua roupa de banho em um elegante vestido. “Troquei de roupa, fiz a maquiagem e arrumei o cabelo aqui”, comentou com um sorriso, mostrando que a festa vai muito além das tradicionais confraternizações.

Apenas alguns dias antes da virada, a Amazon revelou planos ambiciosos para o réveillon de 2026. Tatiana, olhando para o futuro, já expressou seus desejos para o próximo ano: “Quero muita saúde e que eu mantenha meu emprego”. É um testemunho de que as vivências no réveillon vão além da celebração; elas tocam a essência da luta diária e dos sonhos de cada um. Enquanto o clima de festividade avança, Copacabana se transforma em um microcosmo de esperança e renovação para todos os que se reúnem para a festa.

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