Testemunhas relatam que Joba se dirigia para apanhar uma van que o levaria ao Centro de Treinamento Ninho do Galo, na Barra de São Miguel, quando foi abordado por um criminoso em uma bicicleta. As câmeras de segurança da região registraram o momento em que o suspeito efetuou disparos de arma de fogo, atingindo a vítima fatalmente na cabeça. Após o ataque, ele fugiu em uma motocicleta, levantando uma nuvem de insegurança e indignação entre os moradores da área.
Em um vídeo emotivo divulgado nas redes sociais, amigos e familiares de Joba expressaram sua dor e narraram os desafios financeiros que a família enfrenta, além do luto. Eles ressaltaram que, além da tragédia, existem questões financeiras urgentes, como um empréstimo feito em nome da mãe por Johanisson e as preocupações com as despesas judiciais necessárias para que possam acompanhar as investigações. Para aliviar essa carga, foi criada uma vaquinha solidária, na esperança de contar com o apoio da comunidade.
A tragédia provocou reações em cadeia, com os envolvidos clamando por uma investigação minuciosa do caso. A Polícia Científica já iniciou os trabalhos, tendo identificado a arma utilizada no crime através de exames de confronto balístico. As provas ajudam a direcionar as investigações, mas a família de Joba continua determinada a buscar a responsabilização de todos os envolvidos, reforçando que a luta por justiça é também uma forma de homenagear a memória do jovem.
“Qualquer tipo de ajuda faz a diferença”, afirmam os familiares, enfatizando que a mobilização da comunidade é vital para que o caso não caia no esquecimento. A entrada em cena de muitos pode ser o diferencial para que a justiça prevaleça e as circunstâncias que cercam essa tragédia sejam totalmente esclarecidas. A família, em meio ao sofrimento, mantém viva a esperança de que Joba será lembrado não apenas pelo que lhe ocorreu, mas pela vida e pelo impacto que deixou em quem o conheceu.






