Em um comunicado público, os familiares de Ryan deixaram claro seu descontentamento com as declarações do representante do bar. O texto afirmou que “todas as afirmações sobre supostas condutas da vítima, bem como sobre a dinâmica dos fatos, carecem de confirmação oficial e não podem ser tratadas como verdade”. A família sublinhou a importância de preservar a dignidade de Ryan e destacou que, até o momento, não houve nenhuma conclusão investigativa que sustentasse as alegações apresentadas. Portanto, expressaram sua desaprovação ante qualquer tentativa de antecipação de juízo ou de construção de uma narrativa que possam distorcer os fatos.
Ryan era natural de Ribeirão Preto, São Paulo, e sua família informou que ele estava no Rio de Janeiro apenas para aproveitar alguns dias de lazer. O que deveria ser um momento de descontração se transformou em tragédia, levantando sérias questões sobre a segurança em ambientes públicos.
Por outro lado, o advogado do Mia Lounge, Gabriel Habib, também fez uma declaração, enfatizando que o restaurante está totalmente comprometido em colaborar com as investigações para descobrir a identidade do autor dos disparos. Segundo ele, testemunhas relataram que o atirador estava na rua durante a confusão, enquanto Ryan teria se envolvido em uma discussão acalorada com outro homem por um camarote.
A confusão ocorreu durante uma roda de samba que reunia um grande público no bar. Durante a discussão, um disparo foi efetuado, atingindo Ryan na região abdominal. Imagens que circularam nas redes sociais mostraram o momento caótico, com frequentadores ajudando a transportar a vítima após o tiro.
Assim que a polícia militar do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foi acionada, os agentes prontamente prestaram socorro a Ryan. Infelizmente, o autor dos disparos ainda não foi localizado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi chamada ao local e realizou a perícia, dando início a uma investigação que é vital para esclarecer os eventos que levaram a esse ato de violência. A comunidade aguarda respostas enquanto o caso continua a ser investigado.
