Daliane se apresentou nas redes sociais como a responsável pela situação, revelando acreditar que existe uma conexão especial entre ela e Jung Kook, a qual descreve como uma relação de “almas gêmeas”. A polícia a abordou depois que ela foi flagrada arremessando correspondências na residência do cantor, o que, segundo as autoridades, configurava uma violação clara das leis locais de proteção à privacidade.
Como medida preventiva, foi emitida uma ordem de restrição, que impede Daliane de se aproximar do local onde Jung Kook reside a menos de 100 metros, uma decisão que reflete a seriedade com que as autoridades sul-coreanas tratam questões de stalking e segurança pessoal.
Em suas postagens, a jovem, que é natural da Paraíba, expressou que sua viagem à Coreia do Sul tinha como objetivo um contato pessoal com o cantor. Ela afirmou ter a certeza de uma ligação emocional profunda, mesmo sem conhecer Jung Kook. “Ele deve estar deprimido lá porque um sente o outro, a alma gêmea, um sente o outro, a dor”, compartilhou em um de seus relatos.
Além disso, Daliane relatou ter enfrentado problemas sérios de saúde mental, mencionando questões como depressão e crises de esquizofrenia. A jovem também se defendeu de acusações de ser uma “sasaeng”, um termo utilizado na Coreia do Sul para descrever fãs obcecados que invadem a privacidade de seus ídolos.
No entanto, a sua busca por contato com Jung Kook está suscitando debates sobre os limites do fandom e o impacto que a idolatria pode ter na saúde mental. Até o fechamento deste artigo, Daliane não havia se manifestado sobre o retorno ao Brasil ou outros detalhes do caso, que continua em andamento. A situação ressalta a necessidade de um equilíbrio entre a paixão dos fãs e o respeito pela privacidade e segurança dos artistas.







