Os ministros do STF foram rapidamente retirados do prédio da Corte, e a Praça dos Três Poderes teve que ser isolada para evitar novas explosões. Os palácios do Planalto, Alvorada e Jaburu aumentaram a segurança de seus perímetros.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizou a perícia no local, enquanto a Polícia Federal anunciou a instauração de um inquérito policial para investigar os ataques. Nesta quinta-feira (14/11), as forças de segurança farão uma varredura no Congresso, resultando na suspensão das atividades no Senado e na Câmara até as 12h.
Após o ataque, o STF decidiu retomar a instalação de grades ao redor do prédio da Corte e realizar uma varredura completa para identificar possíveis artefatos explosivos. O expediente em todos os prédios envolvidos foi suspenso até o meio-dia, com a situação sendo reavaliada ao longo da manhã.
O veículo que explodiu, um Kia Shuma, estava carregado com fogos de artifício e pertencia a Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, que acabou falecendo na explosão. Conhecido como Tiu França na cidade, Francisco fez publicações nas redes sociais prevendo as explosões e indicando a data e hora do ataque.
Autoridades como o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, manifestaram solidariedade aos membros do STF e dos parlamentares, cobrando uma investigação rigorosa sobre o ocorrido. O ministro do STF Flávio Dino reforçou a resiliência da Justiça frente ao episódio e destacou o orgulho de servir ao Brasil na Casa da Constituição.
O país aguarda ansiosamente por mais informações sobre os ataques e as investigações em andamento, em busca de respostas e de medidas que garantam a segurança e o restabelecimento da paz no coração da capital federal.
