O Ministério da Defesa da Rússia anunciou que, durante um dia de operações, as forças antiaéreas russas abateram 926 drones de asa fixa e 12 bombas aéreas guiadas ucranianas. Além disso, afirmaram ter destruído uma lancha não tripulada da Ucrânia, aumentando a pressão sobre as capacidades operacionais das forças adversárias.
As ofensivas russas incluem ataques direcionados a instalações de infraestrutura energética e de transporte usadas pelas forças ucranianas, resultando em danos significativos a armazéns de combustível e munições. Os ataques também acertaram locais específicos de armazenamento e oficinas de fabricação de veículos aéreos não tripulados, que são cruciais para as operações ucranianas.
Particularmente notável foi um ataque noturno no porto de Chernomorsk, na região de Odessa, onde foram atingidas duas balsas marítimas e um navio de contêineres, que segundo informações, estavam destinados a fornecer suprimentos às Forças Armadas da Ucrânia.
Além disso, as operações terrestres trouxeram resultados visíveis em termos de baixas inimigas, com estimativas apontando que os grupos de combate russos eliminaram mais de 220 soldados ucranianos apenas na área de atuação do agrupamento Zapad. As forças da Vostok e Tsentr também reportaram a destruição de veículos e o avanço sobre as posições ucranianas, somando um número expressivo de baixas inimigas.
Desde o início da chamada operação militar especial em 2022, o Exército Russo alegou ter destruído um grande arsenal militar ucraniano, incluindo dezenas de milhares de drones, veículos blindados e sistemas de artilharia. Esses números revelam a extensão dos conflitos e o impacto que as operações têm sobre a capacidade militar da Ucrânia, aumentando a complexidade da situação no território em disputa. Enquanto isso, as consequências humanitárias e sociais do conflito continuam a se agravar, deixando a população civil em uma posição vulnerável e temerosa em face da escalada das hostilidades.





