Operação do Exército Brasileiro Combate Garimpo Ilegal em Roraima
Em uma ação decisiva no combate ao garimpo ilegal, o Comando Operacional Conjunto Catrimani II, parte das Forças Armadas brasileiras, intensificou suas operações na região de Roraima. Este combate, que começou em 2024, visa desarticular atividades clandestinas nas áreas de proteção ambiental e na terra indígena Yanomami, que tem sofrido severas consequências devido ao garimpo ilegal.
No dia 1º de janeiro de 2026, durante uma operação de fiscalização, uma pista clandestina utilizada para o transporte de insumos ligados à mineração foi descoberta e destruída. A operação contou com o apoio de uma aeronave H-60L Black Hawk, que facilitou a infiltração e exfiltração das tropas, além de equipamentos essenciais para a missão. Após a interdição da pista, as equipes de engenharia do Exército se dedicaram a explorar a área para identificar outras rotas e desmantelar instalações utilizadas pelos garimpeiros.
As ações não pararam por aí. No dia seguinte, 2 de janeiro, as tropas se deslocaram pelos rios da região, onde realizaram operações fluviais nos garimpos conhecidos como “Barão” e “Ouromil”. Durante essas atividades, dois suspeitos foram detidos e, além disso, diversos materiais que estavam sendo utilizados para atividades de exploração mineral ilegal foram apreendidos e destruídos.
Desde abril de 2024, as forças têm realizado patrulhas regulares nos rios Uraricoera e Mucajaí, em um esforço conjunto para monitorar áreas de selva densa e combater o avanço das atividades ilegais que ameaçam o ecossistema local, assim como a segurança dos povos indígenas que habitam essas terras.
Essas operações refletem um esforço contínuo do governo brasileiro para proteger a biodiversidade na Amazônia e garantir que as comunidades indígenas possam viver em segurança, longe das ameaças que o garimpo ilegal representa. O resultado das ações do Comando Operacional Conjunto é um passo significativo na luta contra a exploração não autorizada de recursos naturais, que coloca em risco não apenas a natureza, mas também a integridade cultural e social das populações tradicionais da região.







