O sequestro de Radillo aconteceu no dia 26 de dezembro, enquanto ele viajava com sua família pela rodovia que conecta Talpa de Allende a Puerto Vallarta. Relatos indicam que um grupo de homens armados interceptou o veículo da família, subtraindo pertences dos passageiros e levando apenas o executivo. Curiosamente, durante o tempo em que permaneceu desaparecido, a família não recebeu qualquer comunicado ou exigência de resgate, aumentando o clima de incerteza e angústia sobre seu destino.
A localização do corpo ocorreu nas proximidades do local onde o sequestro aconteceu. A análise inicial dos restos mortais revelou traumatismos e ferimentos a bala, apontando para uma morte violenta que choca não apenas a comunidade empresarial, mas toda a sociedade mexicana. Os restos de Corona Radillo foram finalmente liberados para a família no dia 1º de janeiro, um momento de profunda dor e luto para os seus entes queridos. Até o presente momento, as autoridades ainda não conseguiram identificar suspeitos ou apresentar avanços significativos nas investigações que envolvem este caso emblemático.
José Adrián Corona Radillo liderava um grupo empresarial conhecido por sua robusta atuação na produção e distribuição de bebidas alcoólicas e destilados. Entre suas marcas icônicas estão a Rancho Escondido, Tequila Don Armando e Dolce Amore, que gozam de reconhecimento tanto no mercado nacional quanto internacional. O trágico desfecho de sua vida e carreira levanta questões sobre a segurança e a violência que ainda permeiam a vida empresarial no México, refletindo um cenário alarmante em relação à criminalidade e à falta de proteção para figuras públicas e empresariais. A sociedade aguarda respostas e esperança de que a Justiça cumpra seu papel diante de tamanha brutalidade.
