Desde o acidente, o jogador estava internado em estado crítico. Ele sofreu lesões cerebrais severas, o que levou os médicos a realizarem uma cirurgia de emergência, incluindo uma craniectomia descompressiva, procedimento necessário para reduzir a pressão intracraniana em casos de traumas severos. Apesar de todos os esforços da equipe médica, os danos foram considerados irreversíveis, e Oikonomou permaneceu em coma induzido por nove dias até que sua morte foi confirmada.
A notícia de seu falecimento abalou a comunidade do futebol grego. O PAS Giannina, clube onde Oikonomou deu os primeiros passos em sua carreira, emitiu uma nota de pesar destacando o legado que o jogador deixou e as relações que construiu ao longo dos anos. Na declaração, o clube expressou a tristeza da sua torcida e sua comunidade: “Hoje, a família PAS Giannina está de luto. Marios Oikonomou, uma criança que conquistou o amor e o respeito de todos nós, nos deixou prematuramente. Passamos momentos de alegria, esforço e luta juntos”.
Além de ressaltar a lembrança dos momentos compartilhados, o clube ressaltou a personalidade carismática do ex-jogador: “Sempre com um sorriso, sempre com gentileza”. A mensagem estendeu condolências aos familiares e amigos, afirmando que a memória de Oikonomou continuará viva entre aqueles que tiveram a sorte de conhecê-lo.
Revelado pelo PAS Giannina, Oikonomou se destacou no cenário do futebol grego antes de seguir para a Itália, onde passou pelo Bologna, vivendo um dos períodos mais brilhantes de sua carreira em uma das ligas mais competitivas da Europa. Em 2018, após sua passagem pelo futebol italiano, retornou à Grécia para jogar pelo AEK Atenas, também representando a seleção nacional, firmando-se como um dos defensores mais respeitados de sua geração. Sua morte precoce deixa uma lacuna significativa no esporte, refletindo a fragilidade da vida e o impacto que Oikonomou teve no futebol e em sua comunidade.
