Em seu descontentamento, Campelo afirmou que a intervenção se assemelha a uma mera “maquiagem urbana”. Para ele, os resultados esperados não se traduzem em melhorias significativas, gerando dúvidas quanto à correta aplicação dos recursos públicos. “Os cidadãos merecem saber se o que foi prometido está realmente sendo entregue”, afirmou, fazendo um apelo à necessidade de transparência nos gastos. Esse questionamento sobre a eficiência da obra levanta um importante debate sobre a responsabilidade na gestão pública, especialmente em tempos de escassez de recursos.
Além das críticas ao projeto, o ex-prefeito pressionou órgãos de fiscalização, como o Ministério Público e a Câmara Municipal de Maceió, a assumirem uma postura proativa na revisão das obras. Campelo destacou que é crucial comparar os investimentos realizados com os resultados efetivos obtidos na região. “O dinheiro público não deve ser utilizado para ações superficiais que não tragam benefícios reais à população”, ressaltou, enfatizando a importância de uma gestão responsável e transparente.
Em sua fala, o ex-gestor demandou uma auditoria minuciosa que possibilite a verificação da relação entre os investimentos e o estado atual do riacho. Ele acredita que somente por meio de uma análise detalhada será possível avaliar se os recursos foram aplicados de maneira proporcional às necessidades estruturais da região.
Até o momento, a administração da Prefeitura de Maceió não se manifestou oficialmente sobre as afirmações de Campelo. O espaço permanece aberto para que a gestão municipal possa fornecer informações sobre o andamento das obras e os detalhes financeiros do projeto em questão, pontos fundamentais para dirimir as dúvidas levantadas pelo ex-prefeito e pela população. O desenrolar dessa situação promete continuar alimentando discussões acaloradas no ambiente político da cidade.







