O atleta admite que não está nas melhores condições e que não busca um resultado de destaque nesta competição. Para ele, o foco está na autoavaliação e na adaptação, após um longo período afastado dos treinos. “Meu objetivo é ver do que meu corpo é capaz neste momento. Não estou aqui para disputar pódio; minha intenção é acenar para aqueles que estão competindo enquanto eu sigo meu caminho”, explicou.
Além de sua participação na competição, Dunfee também tem um papel significativo como treinador de jovens atletas. Com sua experiência adquirida em oito edições do Mundial, ele se tornou uma referência e um líder dentro da equipe, contribuindo para o desenvolvimento das novas gerações na marcha atlética.
O canadense também revisitó momentos marcantes de sua trajetória, como a conquista da medalha olímpica em Tóquio e a passagem pelos Jogos do Rio de Janeiro em 2016. Essas lembranças não apenas moldaram sua jornada, mas também servem como motivação para continuar competindo, mesmo após quase duas décadas de carreira. Dunfee expressa um profundo amor pelo esporte e pela experiência que ele proporciona, o que o mantém ativo e envolvido, mesmo diante dos desafios físicos que enfrenta.






