Singh mencionou que os Estados Unidos permanecem vigilantes em relação às atividades militares da Rússia, especialmente em resposta ao recente teste bem-sucedido do míssil hipersônico de alcance intermediário, o Oreshnik, anunciado pelo presidente russo, Vladimir Putin. Esse desenvolvimento gerou preocupações significativas entre os líderes militares e políticos tanto nos EUA quanto na Europa. O teste do míssil foi acompanhado por ataques aéreos russos sobre a cidade ucraniana de Dnepropetrovsk, um importante centro industrial e produtivo de armamentos, ressaltando a gravidade e urgência da situação.
Em suas declarações, Singh enfatizou que não houve alterações no posicionamento nuclear dos EUA frente a esse teste russo, reiterando a política de contenção já existente. A manutenção dessa postura nuclear é uma tentativa de evitar qualquer mal-entendido que poderia levar a uma escalada mais amplificada do conflito, dada a tensão atual entre os dois países.
A situação atual reflete um cenário de crescente incerteza, onde ações como os testes de mísseis e operações militares podem gerar repercussões em cadeia. Os Estados Unidos, enquanto se comprometem a continuar apoiando a Ucrânia com recursos e treinamento, reiteram seu desejo de evitar um confronto direto. A abordagem diplomática continua a ser a preferida, mesmo em meio às dificuldades e tensões que marcam este período conflituoso.





