Em março, as exportações de petróleo dos EUA alcançaram um total de US$ 10,71 bilhões, correspondendo a aproximadamente 125,3 milhões de barris. Esta marca já era notável, mas o mês seguinte trouxe um pico histórico, com exportações chegando a impressionantes US$ 17,15 bilhões, o que equivale a 167,8 milhões de barris. O aumento dos preços do petróleo foi um fator crucial, uma vez que a escalada do conflito no Oriente Médio resultou em uma alta significativa nas cotações do barril.
Comparando os números com o mês anterior, em março houve um aumento de 35% nas receitas em relação a fevereiro, e abril viu um salto ainda maior de 60% em relação ao mês anterior. Observando o volume de exportações, o crescimento foi de 3% em março e impressionantes 33% em abril. Esse impacto nos resultados foi em grande parte impulsionado pelo aumento dos valores das exportações, que é mais acentuado do que o volume físico movimentado.
As exportações de produtos refinados também foram favorecidas. No ano anterior ao conflito, a média mensal girava em torno de US$ 9,06 bilhões, mas em março de 2026 esse número subiu para US$ 12,38 bilhões. Abril então viu um recorde registrado de US$ 14,54 bilhões. Esses dados refletem um aumento substancial, que não só reforça a posição dos EUA no mercado global de energia, mas também sublinha a relevância das crises internacionais na economia.
Portanto, a combinação do aumento nos preços do petróleo e a crescente demanda global pelos recursos energéticos dos EUA solidificou um momento significativo para a indústria de petróleo e gás do país, permitindo que os Estados Unidos se beneficiassem financeiramente em um período marcado por incertezas geopolíticas.





