Na quinta-feira, 19 de fevereiro, durante uma coletiva, Trump alertou sobre possíveis consequências severas para o Irã caso o país não aceite o acordo em negociação com os EUA. A postura mais beligerante de Washington não passou despercebida. A Missão Iraniana à Organização das Nações Unidas (ONU) enviou uma carta expressando preocupação com a retórica agressiva da administração Trump, que, segundo eles, poderia levar a uma confrontação militar e, potencialmente, a consequências desastrosas para a estabilidade regional.
Conforme os relatos, o governo dos EUA não só está aumentando sua presença militar na área, como essa ação também parece ter um objetivo estratégico de enviar uma mensagem ao Irã sobre as implicações de suas atividades nucleares e militares. Observadores internacionais têm apontado que essa movimentação gera um clima de incerteza, onde ambos os lados estão em alerta, e o risco de um conflito aberto se torna crescente.
Embora alguns especialistas ainda vejam espaço para a diplomacia, a atmosfera atual é permeada por desconfiança e um forte clima de tensão. As consequências de qualquer escalada militar no Oriente Médio são difíceis de prever, mas certamente afetariam a segurança de países vizinhos e potencialmente de potências globais. Portanto, o cenário se torna cada vez mais crítico, com a comunidade internacional assistindo ansiosamente às próximas etapas de um jogo diplomático que pode levar a um resultado catastrófico.







