Sob a liderança do secretário de Defesa, Pete Hegseth, a operação foi justificada com base em informações de inteligência que ligavam as embarcações a atividades de narcotráfico e suas conexões com organizações terroristas. O comunicado oficial do Comando Sul revelou que, durante os ataques, cinco indivíduos associados ao narcotráfico foram mortos, com três vítimas na primeira embarcação e duas na segunda.
Embora o governo dos Estados Unidos não tenha divulgado informações detalhadas sobre o número total de vítimas, as operações de combate ao narcotráfico têm se intensificado significativamente. Essa ofensiva em particular representa a segunda ação militar contra embarcações suspeitas na mesma semana, dado que, em 30 de dezembro, mais três embarcações foram alvo de ataques semelhantes. Os barcos sancionados operavam em comboio e eram considerados como pertencentes a grupos rotulados como Organizações Terroristas Designadas.
As investigações prévias à ação revelaram que os barcos estavam navegando em rotas conhecidas por sua conexão com o narcotráfico e que estavam envolvidos em transferências de drogas antes dos ataques. Durante a primeira fase da ofensiva, outros membros das tripulações conseguiram abandonarem os veículos antes que os ataques subsequentes provocassem o afundamento das embarcações.
Essas intervenções militares refletem a estratégia mais ampla dos Estados Unidos de combater o tráfico de drogas, especialmente na atual conjuntura geopolítica, onde a segurança das fronteiras e a desarticulação de redes de narcotráfico são prioritárias. Com a continuidade destas ações, o governo americano procura não apenas atingir os grupos criminosos, mas também enviar um recado claro sobre a determinação em erradicar este tipo de crime transnacional.







