A Copa do Mundo de 2026 será histórica, não apenas por ser a primeira a contar com 48 seleções, mas também por ser co-sediada por três países: Estados Unidos, Canadá e México. O torneio está agendado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho e incluirá jogos em várias cidades, com os iranianos programados para competir em Inglewood, na Califórnia, e Seattle.
Em comunicado, a Federação Iraniana acusou os EUA de agir de forma discriminatória, comprometendo o espírito do torneio, que deve ser uma celebração global do futebol. “Esse comportamento direcionado contra nossa seleção é uma violação dos princípios olímpicos e do fair play”, enfatizaram.
Além disso, a Federação ressaltou que a questão foi encaminhada à FIFA, instando a entidade máxima do futebol a intervir, já que existe uma obrigação de garantir que todos os membros da delegação possam participar plenamente. As partidas programadas para a seleção iraniana incluem jogos contra a Nova Zelândia e a Bélgica, seguidos de um embate com o Egito.
A proximidade da copa e a recusa dos EUA em fornecer os vistos acirram ainda mais as relações entre os dois países, que já são bastante conturbadas. Especialistas prevêem que a situação poderá gerar não apenas embates em campo, mas também discussões fora dele, refletindo as tensões geopolíticas contemporâneas.
À medida que a comunidade internacional se prepara para o evento, a expectativa é que a FIFA lide com as implicações políticas que surgem ao redor deste cinturão esportivo, enquanto os participantes esperam que a competição prevaleça sobre as disputas diplomáticas.





