A equipe de segurança nacional de Trump tem aconselhado cautela, adiando qualquer ação enquanto o Pentágono trabalha para reforçar sua presença militar na região. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou, por exemplo, o envio do grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln ao Oriente Médio, uma estratégia que visa assegurar a segurança e a estabilidade em países que poderiam ser alvos de retaliações iranianas. O objetivo é proteger aliados e minimizar as consequências de um possível conflito.
Em declarações recentemente divulgadas pela porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly, foi ressaltado que o presidente Trump continua a ponderar várias opções em relação ao Irã. Ela afirma que as decisões do presidente são fundamentadas nas melhores interesse da segurança nacional americana. Isso incluiu a proposta de que Washington deve aumentar a presença militar na região caso as negociações com o Irã não avancem para um acordo satisfatório, o que poderia envolver o desarmamento completo do programa nuclear iraniano.
No último mês, Trump expressou que uma “enorme armada” estava a caminho do Irã, manifestando esperança de que as conversas levem a um consenso pacífico. Ao mesmo tempo, ele não hesitou em advertir que, caso um acordo não seja alcançado, um ataque militar futuro contra o Irã poderia ser ainda mais devastador do que as operações passadas.
Assim, os desdobramentos em torno do programa nuclear iraniano e as ações dos Estados Unidos poderão ter consequências significativas para a segurança no Oriente Médio, elevando as tensões em uma região já marcada por conflitos e instabilidade.







