A situação na Síria tem se deteriorado nos últimos dias, com relatos de avanços de grupos militantes e mudanças políticas em meio ao conflito em curso na região. Nos dias 7 e 8 de dezembro, as investidas na Síria aumentaram significativamente, chamando a atenção da comunidade internacional.
Em 27 de novembro, membros do grupo Hayat Tahrir al-Sham, juntamente com outras facções armadas da oposição síria, lançaram uma ofensiva contra o exército sírio nas províncias de Aleppo e Idlib. Essa ação marcou o retorno das hostilidades na região, que não eram tão intensas desde 2016.
Na semana passada, em 30 de novembro, os radicais conseguiram tomar o controle da cidade de Aleppo, incluindo o aeroporto internacional e a base aérea de Kuwayris. Essa conquista representou um marco, já que desde o início do conflito em março de 2011, as forças governamentais estavam lutando contra grupos armados de oposição e organizações terroristas na Síria.
Diante desses acontecimentos, a reunião do presidente Biden com sua equipe de segurança nacional demonstra a preocupação dos Estados Unidos com a situação na Síria e a necessidade de avaliar as opções disponíveis para lidar com a crise em andamento. O desfecho desse encontro pode ter impactos significativos não apenas na região, mas também nas relações internacionais entre os países envolvidos.






