Trump reforçou seu compromisso em buscar um entendimento, afirmando: “Vou conversar com eles o quanto for necessário e tentar chegar a um acordo. Se não conseguirmos, teremos que passar para a segunda fase. Essa etapa será muito pesada para eles.” O tom firme do presidente demonstra uma estratégia de pressão crescente, refletindo as tensões persistentes entre as duas nações.
Em contraponto, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, revelou que o Irã está elaborando um plano para assegurar seu direito ao uso pacífico da energia nuclear. No entanto, Araghchi foi claro ao afirmar que a desconfiança em relação aos Estados Unidos ainda persiste, especialmente após os eventos de 2025. Ele deixou claro que Teerã não está disposta a discutir quaisquer limitações em seu programa de mísseis, um ponto sensível que continua a ser um entrave nas tratativas.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, também se manifestou sobre a situação, enfatizando que o sucesso das negociações depende de acordos sobre questões cruciais, como o alcance dos mísseis balísticos e os aspectos do programa nuclear do Irã. Essa complexidade torna as conversas desafiadoras, já que ambos os lados têm posições firmes e demandas a serem atendidas.
Recentemente, as delegações dos EUA e do Irã se reuniram em Mascate, Omã, para discutir aspectos relacionados ao programa nuclear iraniano. Para Trump, as conversas foram produtivas, gerando a expectativa de que continuem durante a semana. No entanto, Araghchi insistiu que Teerã mantém seu direito de enriquecer urânio, mesmo diante da possibilidade de um novo conflito. Esse panorama revela a fragilidade das relações internacionais e as duras realidades da negociação diplomática no contexto atual.
