A operação foi comandada pelos delegados Sidney Tenório e Igor Diego, e resultou na captura do indivíduo em sua residência. O homem, que trabalhava como agente de endemias, estava atuando como vigilante de um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) no Centro da cidade. As circunstâncias envolvem crimes hediondos que chocaram a comunidade local.
De acordo com as investigações, há doze anos, o condenado perpetrou abusos sexuais contra sua própria filha, de 10 anos, e uma amiga dela, de 12 anos. Os crimes ocorreram na residência do acusado, na época com 43 anos. Ele coagia as meninas a assistirem filmes pornográficos, para, em seguida, levá-las para o porão da casa, onde os abusos eram praticados.
A Justiça condenou o indivíduo a 10 anos e nove meses de reclusão em 2018. No entanto, a Defensoria Pública recorreu da sentença, e em 2021 o Tribunal de Justiça do Estado confirmou a condenação. Desde então, o homem era considerado foragido, até ser finalmente localizado e preso pelas autoridades.
Após a prisão, o condenado foi levado para a Delegacia Regional de Delmiro Gouveia. Ele aguarda agora a audiência de custódia, que determinará os próximos passos, antes de ser encaminhado ao sistema prisional para cumprir sua pena.
O caso ressalta a contínua vigilância e ação das forças de segurança no combate a crimes dessa natureza, além de reforçar a importância da Justiça em assegurar que criminosos não permaneçam impunes. A prisão é um alívio para a comunidade de Água Branca, que agora vê esse criminoso fora das ruas, garantindo maior tranquilidade aos moradores. Este episódio também serve como um alerta e um lembrete da importância de se denunciar e combater abusos e crimes sexuais contra menores e outras pessoas vulneráveis.







