Estudante tem surto em aula de Psicologia e provoca correria em universidade de Jaboatão dos Guararapes; atendimento psicológico é oferecido aos colegas.

Na última quarta-feira, dia 17, uma cena alarmante tomou conta de uma sala de aula de Psicologia em uma universidade em Jaboatão dos Guararapes, quando um estudante de 25 anos vivenciou um surto emocional durante a aula. O estudante, que estava participando da atividade acadêmica, interrompeu o professor ao apresentar um comportamento agressivo, pronunciando frases sem sentido e, de maneira extremamente perturbadora, retirou suas roupas na frente dos colegas.

Esse incidente causou uma grande comoção entre os presentes, que reagiram com gritos e desespero. A situação exigiu uma resposta rápida, levando a equipe de segurança da instituição a intervir junto a um colega do estudante, que conseguiu contê-lo até que a sala fosse evacuada. O clima de tensão foi intensificado pelo uso de celulares por alguns alunos, que começaram a registrar o ocorrido, resultando em vídeos que rapidamente se espalharam nas redes sociais, mostrando o momento em que o jovem foi imobilizado.

Com a gravidade da situação, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado para prestar os primeiros socorros. Após os atendimentos iniciais, o estudante foi encaminhado para uma unidade de saúde mental, onde atualmente permanece sob avaliação psiquiátrica e acompanhamento especializado.

A universidade em questão se manifestou oficialmente sobre o episódio, garantindo que está prestando todo o suporte necessário à família do aluno e também aos estudantes que presenciaram o episódio traumático. Além disso, a instituição enfatizou a importância de tratar o ocorrido como uma questão de saúde pública, alertando para os perigos associados à difusão das imagens do incidente. A administração reforçou que essas gravações poderiam não apenas violar a dignidade do aluno em crise, mas também interferir negativamente em seu tratamento, uma vez que a privacidade e o respeito à condição do indivíduo devem prevalecer em momentos de vulnerabilidade. A mensagem é clara: o foco deve estar no acolhimento e na compreensão, muito mais do que na exposição pública de um momento crítico.

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