Esse incidente causou uma grande comoção entre os presentes, que reagiram com gritos e desespero. A situação exigiu uma resposta rápida, levando a equipe de segurança da instituição a intervir junto a um colega do estudante, que conseguiu contê-lo até que a sala fosse evacuada. O clima de tensão foi intensificado pelo uso de celulares por alguns alunos, que começaram a registrar o ocorrido, resultando em vídeos que rapidamente se espalharam nas redes sociais, mostrando o momento em que o jovem foi imobilizado.
Com a gravidade da situação, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado para prestar os primeiros socorros. Após os atendimentos iniciais, o estudante foi encaminhado para uma unidade de saúde mental, onde atualmente permanece sob avaliação psiquiátrica e acompanhamento especializado.
A universidade em questão se manifestou oficialmente sobre o episódio, garantindo que está prestando todo o suporte necessário à família do aluno e também aos estudantes que presenciaram o episódio traumático. Além disso, a instituição enfatizou a importância de tratar o ocorrido como uma questão de saúde pública, alertando para os perigos associados à difusão das imagens do incidente. A administração reforçou que essas gravações poderiam não apenas violar a dignidade do aluno em crise, mas também interferir negativamente em seu tratamento, uma vez que a privacidade e o respeito à condição do indivíduo devem prevalecer em momentos de vulnerabilidade. A mensagem é clara: o foco deve estar no acolhimento e na compreensão, muito mais do que na exposição pública de um momento crítico.






