O confronto transcorria no 0 a 0 quando, perto do final do segundo tempo, um polêmico pênalti foi assinalado para a equipe marroquina com o auxílio do VAR. A decisão foi recebida com indignação pelos jogadores senegaleses, que decidiram deixar o campo em um ato de protesto, demonstrando sua insatisfação com a marcação. Após alguns minutos de tensão, os atletas optaram por retornar ao gramado.
A cobrança do pênalti, executada pelo jogador espanhol de origem marroquina Brahim Díaz, foi marcada por um toque desajeitado, com uma tentativa de “cavadinha” que acabou facilitando a defesa do goleiro senegalês. O jogo então entrou na prorrogação, onde Pape Gueye se tornou o herói da partida ao marcar o único gol logo no início do tempo extra, garantindo assim a vitória e o título para o Senegal.
Após a partida, Gianni Infantino, presidente da FIFA, utilizou sua conta no Instagram para parabenizar a Seleção do Senegal pela conquista, mas também direcionou críticas severas aos episódios de comportamento inadequado que ocorreram durante o jogo. Ele condenou tanto a atitude dos jogadores senegaleses quanto os incidentes causados por alguns torcedores, enfatizando que a violência e a falta de respeito não podem ser toleradas no mundo do esporte.
De acordo com informações veiculadas por veículos de comunicação, jogadores e membros da comissão técnica do Senegal podem enfrentar punições por parte da FIFA. Além da possibilidade de multas, há também a perspectiva de que alguns atletas fiquem fora da Copa do Mundo deste ano, uma medida que repercutiu profundamente entre os fãs e críticos do futebol. Assim, a comemoração pela conquista do torneio africano foi ofuscada por um clima de incerteza e repercussão negativa no âmbito esportivo internacional.
