Durante os 15 minutos abertos à imprensa, Raphinha mostrou-se engajado, participando ativamente de aquecimentos e das dinâmicas em roda, como o tradicional “bobinho”. O clima era de otimismo e descontração, e Raphinha, além de trabalhar intensamente, lançava sorrisos, indicando que está próximo de voltar aos jogos. A recepção do jogador foi calorosa, com aplausos e um “corredor polonês” iniciado pelos colegas, um gesto que demonstra a união e o espírito de equipe, similar ao que ocorreu com Neymar quando ele retornou após sua própria recuperação.
Embora a presença de Raphinha na partida contra a Noruega, marcada para este domingo às 17h (horário de Brasília), pareça improvável, a expectativa é que ele possa ser utilizado caso o Brasil avance nas quartas de final. Isso porque, de acordo com o histórico recente de Neymar, que se recuperou de uma lesão e participou ativamente dos treinos alguns dias antes de uma partida crucial, a comissão técnica pode optar por uma cautela semelhante com Raphinha.
Por outro lado, a ausência mais preocupante no treinamento foi a de Lucas Paquetá. O meia se encontra em tratamento devido a uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda, que o desabilitou de participar da vitória sobre o Japão. Sua exclusão é sentida, pois sua habilidade em campo é crucial, e ele já está descartado para o duelo contra a Noruega.
Com a chegada da hora decisiva no torneio, o treinador Carlo Ancelotti ainda não revelou quem assumirá o lugar de Paquetá. Entre as opções, voltam a ser destacados Danilo Santos e o trio de atacantes composto por Gabriel Martinelli, Endrick e quem sabe, até Neymar, em uma aparente utilização fora de sua posição habitual. O técnico tem o treino deste sábado para avaliar as condições de seus jogadores e definir a escalação que enfrentará a Noruega em busca de uma vaga nas quartas de final.





