Martinelli, que jogou no lado direito do ataque em várias ocasiões, incluindo no Arsenal, reconheceu a tristeza pela saída de Raphinha, mas ressaltou a qualidade do elenco, que conta com diversas opções para substituir o colega lesionado. Nomes como Rayan e Luiz Henrique estão entre os principais candidatos para ocupar a posição, mas a disposição de Martinelli para se adaptar às necessidades do treinador pode ser um trunfo na estratégia da seleção.
“Estamos todos prontos e dando o nosso máximo. A decisão final cabe ao ‘mister'”, destacou o jogador, que já atua na Premier League desde 2019, o que lhe confere um conhecimento melhor sobre a parte adversária, composta por jogadores que enfrenta frequentemente. Martinelli enfatizou a importância de vencer a Escócia para assegurar a liderança do Grupo C, o que pode otimizar a logística da seleção brasileira na fase eliminatória do torneio.
Caso o Brasil conquiste o primeiro lugar, a equipe permanecerá nos Estados Unidos para os jogos de mata-mata. No entanto, se terminar em segundo, a seleção será obrigada a viajar até Monterrey, no México, para o jogo de 16 avos de final, o que complicaria as operações logísticas e poderia tornar a equipe “itinerante” durante a Copa.
Martinelli também deu ênfase à qualidade dos jogadores escoceses, mencionando especificamente o meia John McGinn e o lateral Andy Robertson. “Vai ser um duelo desafiador”, afirmou, ressaltando seu desejo pela vitória em Miami.
Por fim, o atacante comentou sobre a volta de Neymar aos treinos após tratamento de lesão. Ele afirmou que, se necessário, os jogadores estão prontos para trabalhar ainda mais para apoiar a equipe e, principalmente, o craque da seleção. “Estamos todos dispostos a dar 10, 20 ou até 30% a mais para ajudar a equipe a ser bem-sucedida”, concluiu Martinelli.




