A possibilidade de se manter na ponta do grupo dependerá do resultado do confronto entre Brasil e Haiti, que acontece ainda nesta sexta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na Filadélfia. O Brasil, por sua vez, será o próximo adversário da Escócia na quarta-feira, dia 24 de junho, em Miami. Na mesma data, Marrocos enfrentará o Haiti em Atlanta, em busca de garantir a classificação para a próxima fase do torneio.
A partida teve um toque particular com a presença do lateral marroquino Achraf Hakimi, que foi alvo de vaias durante todo o jogo por conta de acusações de agressão sexual que enfrenta na Justiça francesa. Hakimi, que afirma ser inocente, expressou sua expectativa por um julgamento e manifestou seu desejo de limpar seu nome em uma declaração nas redes sociais. Ele mencionou que a situação está prejudicando sua família e a sua vida, além de desvirtuar a verdade.
Voltando ao campo, a Escócia alterou sua formação em relação ao jogo anterior, adotando uma postura defensiva que acabou sendo ineficaz diante do ímpeto marroquino. Os escoceses fizeram três mudanças no elenco, mas logo nos primeiros minutos, os Leões do Atlas mostraram sua força ofensiva: o atacante Ismael Saibari, que já havia se destacado em jogos anteriores, abriu o placar rapidamente, anotando um gol já no primeiro minuto.
O primeiro tempo foi completamente dominado por Marrocos, que não apenas impediu a Escócia de finalizar a gol, mas também teve um número quase duas vezes maior de passes trocados. Mesmo com uma chance clara de ampliar o placar, quando Bilal El Khannouss chutou de longe e desperdiçou uma boa oportunidade, os marroquinos controlaram a partida.
No segundo tempo, Marrocos continuou pressionando, chegando perto de marcar mais gols, mas a intensidade foi diminuindo ao longo dos minutos. A Escócia, liderada por Scott McTominay, começou a reagir e até levou perigo ao gol marroquino, especialmente nos minutos finais. Os Leões do Atlas, no entanto, conseguiram manter o resultado e, ao final da partida, celebraram não apenas a vitória, mas também a conquista de suas sexta vitória em Copas do Mundo, equiparando-se a seleções africanas de destaque como Nigéria e Gana.





