Ambas praticam diversas modalidades de futebol, como futebol de campo, fut7 e beach soccer, enquanto conciliam os treinos com a carreira acadêmica. Maria Alice ressalta a dificuldade de conciliar os estudos, o trabalho e os treinos, porém, destaca o apoio da universidade em ajudá-las a entregar o melhor resultado possível.
Apesar dos desafios enfrentados, a participação feminina nos jogos universitários de futebol, fut7, rugby de 7 e x2 ainda é menor em comparação com a masculina. No entanto, a Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) tem trabalhado desde 2023 para aumentar a presença das mulheres nestas competições.
O presidente da CBDU, Luciano Cabral, enfatiza a importância de estimular e apoiar as faculdades a trazerem equipes femininas para os JUBs, visando igualar a participação entre homens e mulheres. Além disso, a iniciativa também visa oferecer bolsas de estudos para as atletas, incentivando-as a conciliarem o esporte com a formação acadêmica.
Essa política de incentivo ao esporte e à educação demonstra que o esporte pode colaborar no desenvolvimento pessoal, no enfrentamento de desafios e na busca por soluções. A oportunidade de estudar e jogar futebol em suas universidades pode ser um grande impulso para a formação de profissionais mais capacitados e comprometidos.
Que a história de Maria Alice e Vitória Janielly inspire cada vez mais mulheres a se envolverem no futebol e nos estudos, seguindo o caminho da união entre esporte e educação nos Jogos Universitários Brasileiros.
