Apesar da desclassificação, a performance do jovem tenista é um indicativo positivo de seu potencial. Esta foi a melhor campanha de sua curta carreira em torneios da categoria Masters 1000, que são a elite do circuito de tênis, logo após os Grand Slams em termos de importância e pontuação. Antes de confrontar Zverev, Fonseca havia triunfado sobre adversários de peso, como o canadense Gabriel Diallo (36º), o francês Arthur Rinderknech (27º) e o italiano Matteo Berrettini, ex-top 10 e atualmente na 90ª posição.
O próprio Zverev reconheceu o talento de Fonseca, afirmando que o brasileiro está em ascensão rápida e deve se tornar um forte concorrente no circuito. O alemão elogiou Fonseca, ressaltando que, apesar de haver áreas a serem aprimoradas, seu potencial é inegável.
Com o desempenho em Mônaco, Fonseca acrescentou 400 pontos ao seu total, o que deve lhe garantir uma subida no ranking, previsto para o 35º lugar na próxima atualização. O jovem tenista brasileiro vem se destacando também em outras competições internacionais. Na atual temporada, já enfrentou dois dos melhores do mundo: Jannik Sinner, número 2, em Indian Wells, e Carlos Alcaraz, líder do ranking, no Masters 1000 de Miami. Ambos os duelos foram desafiadores e demonstraram a capacidade de Fonseca de competir em alto nível.
