Em sua declaração, Fonseca expressou sua frustração: “Infelizmente, tive que me retirar do torneio de Adelaide. Estou sentindo uma dor nas costas e tentando me recuperar o mais rápido possível para estar 100% em quadra de novo”. Essa situação é complicada, especialmente com o Aberto da Austrália se aproximando, um dos quatro Grand Slams da temporada.
Durante uma entrevista coletiva em Adelaide, o tenista revelou que as dores lombares são uma questão crônica que ele tem enfrentado desde jovem. “Nasci com um problema nas minhas costas e, às vezes, isso se agrava. Já tive uma fratura por estresse há cinco anos, e é algo que vou ter que lidar ao longo da minha carreira”, comentou Fonseca. Ele ainda informou que realizou uma ressonância magnética, que descartou lesões mais graves, embora haja preocupação com a possibilidade de agravamento da situação.
Atualmente, o carioca ocupa a 29ª posição no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), uma queda de cinco posições desde o 2025, quando ficou fora do torneio em Brisbane. Existe a expectativa de que a ausência em Adelaide também resultará na perda de mais lugares na classificação. Apesar dos desafios, Fonseca permanece entre os 32 cabeças de chave do Aberto da Austrália, o que proporciona uma vantagem significativa ao evitar confrontos diretos com tenistas ranqueados entre os 30 melhores nas fases iniciais do torneio.
A recuperação do atleta é crucial, pois o Aberto da Austrália está se aproximando rapidamente, e a expectativa é de que ele consiga retornar às quadras em plena forma. Um forte desejo de recuperação o acompanha, enquanto ele se prepara para um dos desafios mais importantes de sua jovem carreira.







