A Copa do Mundo de 2030 não se limitará a três sedes, mas se espalhará por seis países em três continentes: Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai. Este evento ocorrerá entre os dias 8 de junho e 21 de julho de 2030, celebrando um século da primeira Copa do Mundo, realizada no Uruguai em 1930. Para marcar essa data histórica, a cerimônia de abertura e a partida inaugural do torneio acontecerão em solo uruguaio, reconhecendo o país como o primeiro campeão da história.
Além disso, a Argentina também desempenhará um papel significativo na Copa, sendo a anfitriã da primeira partida da sua seleção no torneio, em reconhecimento à sua trajetória como finalista e vice-campeã em 1930. O Paraguai, por sua vez, receberá um jogo de seu grupo, veiculando o respeito à sua posição como sede da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol).
Com isso, os seis países que serão anfitriões já têm presença garantida no torneio. A Argentina, Uruguai e Paraguai se classificaram automaticamente através da cota de distribuição de vagas da América do Sul, enquanto Espanha e Portugal também têm suas vagas asseguradas na cota europeia e Marrocos pela cota africana.
Entretanto, a FIFA planeja uma expansão da Copa, considerando aumentar a participação de seleções para 64, o que poderia trazer novas oportunidades para países menos tradicionais no cenário do futebol mundial. Essa mudança, que ainda está em fase de consideração, pode consolidar a fase de 16-avos de final, enchendo as arquibancadas de ineditismos e surpresas agradáveis, como a histórica classificação de seleções como Cabo Verde.
O atual presidente da FIFA, Gianni Infantino, já mencionou que a última edição, que contou com 48 seleções, foi um sucesso, e isso incentiva a discussão sobre mais mudanças para o futuro. Com a aproximação de 2030, a paixão pelo futebol continua a crescer, trazendo novas possibilidades e um panorama emocionante para o que está por vir. A contagem regressiva já começou.
