A Seleção Brasileira, que busca seu primeiro título da Copa do Mundo Feminina, tem como melhor resultado até agora o vice-campeonato em 2007, quando perdeu para a Alemanha na final realizada na China. O novo técnico, Arthur Elias, que comanda a equipe desde setembro de 2023, tem a missão de revitalizar a formação, mesclando talentos emergentes com jogadoras experientes. No ranking mundial da FIFA, divulgado em junho, o Brasil ocupa a sétima posição, com a Espanha em primeiro lugar.
Entre as jogadoras que prometem brilhar no torneio está Tainá Maranhão, destaque da equipe do Palmeiras. Com apenas 21 anos, ela já marcou seu nome na história ao fazer seu primeiro gol pela Seleção principal em fevereiro, contra a Costa Rica, e contribuiu decisivamente para a vitória sobre os Estados Unidos em junho, com um gol que garantiu a virada canarinho.
A experiência também será um trunfo, e nenhum nome é mais emblemático que o da Rainha Marta. Em 2027, ela terá 41 anos e continua a ser uma força nas quadras, com um currículo que inclui três medalhas de prata olímpicas e a impressionante marca de 17 gols na história da Copa do Mundo Feminina. Sua presença no time de Arthur Elias é praticamente garantida, dado seu impacto em campo.
Até o momento, 14 seleções já estão confirmadas para o torneio, que contará com grupos formados por quatro equipes cada. O Brasil estará acompanhado de seus parceiros sul-americanos, Colômbia e Argentina, ambas já asseguradas após seus desempenhos nas eliminatórias da Conmebol. A Colômbia conquistou sua vaga ao vencer o Paraguai, enquanto a Argentina assegurou seu lugar ao vencer o Equador.
A competição será realizada em oito estádios localizados em diversas cidades brasileiras, incluindo Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e São Paulo, com a fase de grupos acontecendo entre 24 de junho e 8 de julho, e a final marcada para 25 de julho de 2027.
A escolha do Brasil como sede foi feita em votação pela FIFA em maio de 2024, durante um congresso realizado na Tailândia. Ao conquistar 119 votos, o país superou propostas de um trio europeu formado por Alemanha, Bélgica e Holanda, com 78 votos. Essa confirmação destaca o crescente prestígio do futebol feminino no cenário esportivo global e a grande expectativa que envolve o torneio que está por vir.





